Lead me home...
We lit the whole world up before we blew it up. I still don't know just how we screwed it up..
“Saudade no singular pode doer mais.”
Camila Costa. (via gramaticas)


“E quando você simplesmente não fizer mais a questão de lembrar do passado, a vida se encarrega de apagar e escrever uma nova historia.”
Gramaticas. (via gramaticas)


“O nosso infinito, por mais pequeno que seja, é maior que todos.”
Gabriel Oliveira.  (via classificador)

“O minuto com você é amostra grátis de felicidade.”
Bianca Vieira.   (via demografar)

“Falar que sente falta é mais fácil que correr atrás.”
Motoshima.  (via thiagopolycarpo)

“Nem entra na minha vida se não pretende ficar.”
Caroline Avelino (via poesigrafias)

“Meu nome é José, tenho 97 anos e estou escrevendo isso para ver se consigo me livrar dessa dor que persegue, antes que eu possa morrer e a leve comigo. Lembro-me do tempo que era feliz; tinha em torno de 7 anos de idade e minha única preocupação era brincar e passar de ano na merda daquela escola. Eu odiava estudar. Preferia mil vezes ficar soltando pipa ou jogando futebol com meus amigos, do que ir para aquele colégio onde a chata da professora, uma senhora de 47 anos, só passava dever pra casa e me batia com aquela palmatória quando eu não ficava calado. Completei 10 anos e dei meu primeiro beijo. Ah, que menina mais linda era aquela. Só lembro a sensação que senti ao ter meus lábios encostados com os dela. No dia seguinte a vi beijando meu melhor amigo. Que raiva eu senti; mas a sorte era que meu pai tinha perdido o emprego e iriamos voltar a morar no sítio de minha avó, pois caso contrário eu teria quebrado a cara dele e pensando bem, a dela também. Aos 15 anos tive minha primeira transa. Me senti o cara mais feliz do mundo, e que sensação boa era gozar fazendo sexo e não batendo punheta. Para a minha infelicidade, ela engravidou. Eu não queria ficar preso a ninguém, mas fiquei. Meu pai me açoitou com uma corda grossa e acho que até hoje tem as marcas daquela surra. Saiu sangue e doeu, mas não chorei na frente dele. Nove meses depois, nascia meu filho. Que lindo ele era, parecia comigo. Tive que casar com ela; a sorte era que eu a amava. Passei 7 anos casado com a Júlia. Eu tinha conseguido um emprego na farmácia da cidade e não imaginam o quão feliz estava. Na noite daquele dia, cheguei em casa e peguei ela na cama com um amigo meu. Segunda traição. Meses depois me separei daquela vadia e deixei a criança com ela, eu que não queria criança me atormentando. Mudei de cidade e fui morar em Santo André e arrependo-me eternamente. Lá conheci um cara e pela primeira vez vi meu pênis excitar com alguém do mesmo sexo. Dois anos depois, estávamos namorando. Eu o amava e ele também, porém, quando o assumi para minha família, uma semana depois meu irmão chegou em minha casa e o matou. Fiquei com trauma e percebi que o amor não era para mim. Aos 37 anos, estava repleto de amigos que fiz no exército. Sim, tinha me alistado depois daquele ocorrido. Novamente me apaixonei. Dessa vez, por uma companheira de patrulha. Tivemos nosso primeiro beijo, nossa primeira transa. Cinco meses depois a pedi em casamento e ela aceitou. Chego aos 46 anos, com um filho e casado com a melhor pessoa que encontrei no decorrer de minha vida. Estávamos passando por dificuldades e apostei na mega-sena. Ganhei. Era o mais novo milionário do país. Com todo aquele dinheiro, me tornei mesquinho e mulherengo. Dessa vez, eu que trai a pessoa que me amava. Sete meses depois me separei dela. Aos 68, encontrava-me sem amigos. Um bêbado falido. Fui preso por assaltar o mercadinho da esquina. Quando fui liberto, fui para a casa de minha mãe. Ela tinha acabado de falecer; que dor tremenda. Ajustei-me por lá e passei a trabalhar como porteiro de uma escola e fui assaltado; o feitiço virou contra o feiticeiro, legal isso. Meus dois filhos? Nenhum sabe onde estou. Nenhum lembra que existo. Completei 72 anos e fui para um abrigo de idosos, onde me estabilizei, me encontrei. Ah, quão bom era jogar buraco com meus amigos, ler um bom livro no finalzinho da tarde, mesmo que minha cabeça doesse. Sofri dois derrames e faz uma semana que estou nesse hospital. Tenho um tumor no cérebro e só tenho dois dias de vida, ou apenas 24 horas. Queria apenas uma coisa antes de partir: um abraço, ou melhor dizendo, dois; cada qual de um filho meu. Infelizmente não será possível… (Na mesma noite, José morreu e no dia seguinte teve a visita de seus dois filhos e cada qual lhe deu um abraço, mesmo que eles não tenham convivido com o pai, estavam emocionados e choraram sobre o corpo do mesmo).”
Sou um ser feito de barro e esta é a história de José.   (via fraquear)

Não ponha limites em seus sonhos, ponha fé.


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